30 junho 2007
vês? vês?
28 junho 2007
eu espero...
isso! boa! enquanto te aprumas eu vou crescendo cá fora para te encheres de orgulho de mim!
eu espero e vou ser o que tu quiseres! o teu triunfo, a tua frustração, o teu feito, a tua desilusão, o teu sonho!
eu espero que sejas capaz deste mundo e do outro, do teu mundo e do meu!
eu espero que me leves para onde quiseres, para onde eu fizer mais sentido, para onde fores mais feliz!
eu espero que cresças deste sonho para, antes de acordar, ser mesmo feliz por ter sido o teu!
vá... eu espero!
27 junho 2007
espera, espera... quero ver!

bendita curiosidade que nos dá sempre mais um impulso para lhes darmos o mundo pelas canções, pelas histórias, pelas sensações, pelas vitórias, pelas confusões... por nós!
gosto de pensar que os miúdos são um bocadinho da curiosidade dos graúdos... será que resulta? deixa ver se eles lá vão! procura constante de resultados em novas estratégias de uma sempre fiel forma de estar e de ser! dessa segurança que eles procuram e que encontram, desse bolso cheio de sorrisos, dessa folha cheia de riscos vindos do quero ver!
16 junho 2007
porque um dia tinha que ser...
eles gostam mesmo daquela resposta curta e simples... já está!
e passam na maravilhosa transição do segundo para uma nova dimensão de sentir, de ver, de cheirar, de sentir na pele outro bocadinho de saber, outro pedaço do sabor de crescer! já sou grande... já está!
a maneira simples como o poder do conhecimento os invade e toma conta deles, os deixa saber decidir como vai ser, o que querem ver, como escolhem escrever, se lhes vais doer, ou se preferem não beber... agora?!? agora já está!
até a desilusão tem um sabor diferente... molhada, salgada, molhada, indesejada, molhada, molhada, cansada, molhada... já está!
é rápida, alucinante, doce, sempre muito doce, feliz à brava e, porque um dia tinha que ser... já está!